Comércio varejista da região de Marília fatura menos

Redução foi de 1,8% em relação a maio do ano passado. Redução no Estado foi ainda maior: 4,5%.
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Em maio, o comércio varejista na região de Marília atingiu o faturamento real de R$ 958,1 milhões, retração de 1,8% na comparação com o mesmo mês de 2015. Já no acumulado do ano, houve elevação de 3,2% e, nos últimos doze meses, aumento de 1,6%. No Estado, a retração foi ainda maior: 4,5%.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP).

Apesar da retração, cinco das nove atividades pesquisadas apresentaram crescimento em relação a maio do ano passado. As altas mais expressivas foram vistas nos setores de supermercados (4,1% e contribuição de 1,5 ponto porcentual (p.p.) para o resultado geral), de outras atividades (2,8% e influência de 0,6 p.p.) e de autopeças e acessórios (14,4% e contribuição de 0,5 p.p.).

Entretanto, os segmentos de lojas de vestuário, tecidos e calçados (-29% e impacto negativo de 2,3 p.p.), materiais de construção (-18,9% e contribuição de -1,4 p.p.) e concessionárias de veículos (-14,9% e efeito negativo de 1,2 p.p.) foram os maiores responsáveis pelo desempenho negativo do varejo na região de Marília em maio.

“Após um período de bons resultados, nosso varejo mais uma vez apresentou queda no faturamento. Acreditamos que esse desempenho baixo é reflexo da retração no consumo das famílias já que o brasileiro ainda não se sente à vontade para comprar itens que não sejam de primeira necessidade. Esperamos que para os próximos meses esse quadro seja revertido para que tenhamos resultados mais satisfatórios”, destaca Pedro Pavão, presidente do Sincomercio Marília.

Dados da pesquisa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desempenho estadual

Em maio, o faturamento real do comércio varejista paulista atingiu R$ 46,1 bilhões – menor resultado para o mês nesta década. A retração foi de 4,5% em relação ao mesmo período de 2015, quando a receita somou R$ 48,2 bilhões. No acumulado de 12 meses, a queda atinge 5,9%.

Esses resultados estão de acordo com as estimativas divulgadas pela Federação para o mês das mães, mostrando diminuição das vendas no varejo, inclusive nas atividades em que, sazonalmente, a data costuma apresentar crescimento, como a de vestuário.

Os demais segmentos acompanharam a queda do comércio paulista, sendo que o destaque positivo foi o setor de lojas de autopeças, que exibiu crescimento expressivo, beneficiando-se da forte queda na comercialização de automóveis novos e da consequente necessidade de reparos nos carros usados.





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