Combate ao Aedes: perigo está em nossas casas! Saiba como prevenir

Compartilhe:




A luta contra o mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya, começa pelos cuidados que tomamos nas residências

Armazenar água de forma incorreta, deixar algum vão na caixa d’água ou esquecer recipiente no quintal são os principais motivos que fazem das casas os principais criadouros do mosquito Aedes aegypt. Isso porque ele gosta de água parada e limpa. 

Estima-se que 80% dos focos do mosquito estão nas residências e a única ação efetiva capaz de evitar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya é fazer uma varredura em casa. Só neste ano, em Marília, já foram confirmados 59 casos de dengue, mas nenhuma morte por causa da dengue e nem por zika ou chikungunya. 

Confira as dicas abaixo e deixe sua casa livre de focos:

– Encha os pratos dos vasos de plantas com areia até a borda;

– Troque a água e lave o vaso das plantas aquáticas com escova, água e sabão pelo menos uma vez por semana;

– Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira sempre fechada;

– Caixas d’água também devem permanecer fechadas e todos os objetos que acumulam água, como embalagens usadas, devem ser jogados no lixo;

– Folhas e tudo o que possa impedir a água de correr pelas calhas também precisam ser removidos;

– Garrafas e recipientes que acumulam água devem ser sempre virados para baixo.

Número de casos em queda livre - O número de casos de doenças provocadas pelo mosquito aedes aegypti vem caindo sensivelmente em decorrência das providências adotadas pela Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com as prefeituras municipais. 

Este ano, a quantidade de casos da doença registrados nos municípios paulistas representa apenas 3% dos que ocorreram em 2016. Foram verificados 4.746 casos até outubro de 2017 contra 116.427 casos em 2016.

Com relação à Chikungunya, foram registrados 463 casos até outubro de 2017, contra 1.100 casos em 2016, e 86 casos de zika vírus confirmados no mesmo período de 2017 contra 4.032 casos no ano anterior.

Os números são animadores, mas a guarda tem que continuar em alta. No verão, devido ao período de chuvas, é preciso ficar alerta e continuar tomando as providências necessárias para combater os criadouros e a proliferação do aedes aegypti. Do Portal do Governo.







Receba nossas notícias no seu celular: Clique Aqui.
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288


Desenvolvido por StrikeOn.