A gravidez é um grande acontecimento na vida da mulher. Não é apenas lidar com as próprias expectativas, mas dar conta de cuidar, alimentar e gerar com saúde e responsabilidade um pequeno ser indefeso que só depende dela mesma. Porém, existem algumas possíveis doenças que podem tirar o sono de qualquer gestante, como é o caso do aumento de colesterol.
Um estudo feito pela Universidade da Califórnia, chamado Fate of Early Lesions in Children, sinaliza uma predisposição genética entre mãe e filho para doenças cardiovasculares.
O aumento do colesterol durante a gravidez já é esperado. Durante a gestação é possível chegar em até 60% do colesterol total em relação ao antes da gestação. Por volta da 16º semana, quando o desenvolvimento do feto está praticamente completo, o colesterol começa a se elevar, atingindo o máximo na 30º semana.
As mulheres que já tinham colesterol alto antes de engravidar precisam de um cuidado extra com a alimentação. Para essas mães, o controle tem que ser feito deste o início da gestação, com dieta alimentar e atividade física.
RISCOS - Caso a mulher sofra com níveis significativos de colesterol alto na gravidez, a mãe e o bebê correm o risco de ter sua saúde prejudicada. O colesterol ruim elevado pode resultar no quadro de Hipertensão arterial e doenças cardiovasculares, como trombose. Durante a gestação, pode haver o acúmulo de fios de gordura dentro dos vasos do feto, o que favorece o aparecimento de doenças cardíacas ainda na infância.
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