A Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica fez uma pesquisa onde mostra que o Brasil é o segundo país que mais realiza procedimentos cirúrgicos estéticos do mundo.
Acredita-se que os brasileiros utilizam a cirurgia estética como uma maneira rápida de melhorar a aparência. Ela vem substituindo os exercícios físicos e uma dieta saudável.
Saúde e riscos - Apesar do aumento na demanda, a cirurgia estética e a busca por um padrão de beleza ideal através de procedimentos invasivos pode causa problemas de saúde, como hemorragias, infecções, má cicatrização, perda de sensibilidade, trombose, alergia entre tantos outros.
É preciso pensar na cirurgia plástica não só como uma questão de beleza e, sim, optar por ela quando for necessária à saúde e ao bem estar do paciente. Vale lembrar que a cirurgia não é vilã, nem proibida, mas tem que ser encarada com cautela.
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Pessoas que sofrem de hipertensão, diabetes, doença cardiovascular e obesidade são aquelas que têm mais chances de ter problemas como AVC, ataque cardíaco e pneumonia com a anestesia. Fumantes e alcoólatras, além disso, podem ter a cicatrização interferida.
Cada tipo de cirurgia oferece um risco diferente, por isso, se a única solução encontrada for a cirurgia plástica, é essencial que todos os fatores de risco e probabilidades de problemas durante e depois do procedimento sejam discutidos entre paciente e cirurgião.
O sonho de atingir um corpo e uma aparência ideal pode ser destruído rapidamente, não só pelos problemas de saúde possíveis, mas também pelas consequências psicológicas.
Se a escolha da cirurgia plástica for tomada apenas pela estética, tratamentos mais simples e eficazes podem ser uma alternativa na hora de optar por procedimentos menos arriscados.
Cirurgia plástica necessária: Uma das cirurgias que vem ganhando preferência nos últimos anos, não só para a perda de peso, como também por uma questão de saúde, é a cirurgia bariátrica, na qual o tamanho do estômago do paciente é diminuído para que ele ingira menos comida e, consequentemente, emagreça.
Um dos resultados dessa cirurgia é a perda de muito peso rápido, o que gera um excesso de pele que pode atrapalhar o bem estar da pessoa. Nesse caso, a cirurgia plástica para a remoção dessa pele não se trata apenas da questão de beleza e, sim, da saúde em geral.
Não se pode levar a cirurgia plástica como um corte de cabelo, que pode ser feito a qualquer momento, desde que a pessoa não esteja se sentindo bonita. É preciso estudar, conversar com o médico e levar em consideração todas as possíveis consequências de um procedimento tão invasivo como esse.
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