Cavalo é 'rabiscado' por crianças durante colônia de férias

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Uma atividade para "rabiscar" um dos cavalos da Sociedade Hípica de Brasília, durante uma colônia de férias, gerou polêmica. Crianças foram autorizadas pelos monitores para desenhar o animal, prática considerada pedagógica pela hípica. Por outro lado, ONGs de direitos dos animais condenaram a ação e assinalaram como maus-tratos.

Os responsáveis foram notificados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e terão que apresentar o programa pedagógico. Só depois é que o órgão tomará a decisão se autua ou não a hípica.

O responsável pelo marketing da Escola de Equitação da Hípica, Muriell Marques, esclareceu que a pintura é atóxica e não faz mal ao cavalo nem à criança. "Isso se usa muito lá fora, ainda está chegando no Brasil, que é a pintura atóxica. Depois, a gente leva o animal para ser lavado e a própria criança ajuda a lavar", afirmou. "É visível que o animal está tranquilo, que não estava estressado", disse.

A brincadeira foi uma das atividades de equoterapia na colônia de férias da Hípica. De acordo com a escola, ela incentiva a interação da criança com o animal, e foca em jovens com medo ou que tenham necessidades especiais.

Fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) foram à escola e observaram a situação do cavalo. "Segundo os fiscais, não foram configurados maus-tratos e o animal estava em boas condições", informou o Ibram, por meio de nota.







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