Confira como foi a cerimônia de posse. Praça dos Três Poderes é "tomada" de vermelho.
Um dos momentos mais aguardados na cerimônia de posse neste domingo (1º), o da entrega da faixa presencial, emocionou o público presente na Praça dos Três Poderes, em Brasília.
Com a viagem do presidente Jair Bolsonaro ao exterior pouco antes do fim do mandato, havia muita expectativa e especulações sobre quem passaria a faixa a Lula no ritual tradicionalmente realizado no alto da rampa do Palácio do Planalto. 


A equipe organizadora da posse, liderada pela primeira-dama Janja da Silva, optou por um ato carregado de simbolismo. Um grupo oito de pessoas representativas da sociedade brasileira subiu a rampa ao lado do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin.
No alto da rampa, a faixa presidencial passou de mão em mão até ser entregue a Lula por uma mulher negra catadora de materiais recicláveis, Aline Sousa, de 33 anos, moradora em Brasília. No grupo, havia ainda uma criança negra, uma pessoa com deficiência, o cacique Raoni, líder indígena reconhecido internacionalmente, e pessoas que participaram da vigília permanente durante os 580 dias que Lula permaneceu preso em Curitiba, entre 2018 e 2019.
Sem notícias dos marilienses
Um dos momentos de expectativa também era a ida de milhares de pessoas de diversas partes do país, consideradas intervencionistas e de direita, para Brasília, onde pretendiam impedir a posse de Lula. Só de Marília saíram na sexta-feira três ônibus lotados.
Nos grupos de WhatsApp, nenhuma foto dessas manifestações foram postadas. O Visão Notícias tentou contato com os líderes marilienses desse movimento, mas nenhum deles atendeu às ligações
Cuidar dos brasileiros
Ao discursar no parlatório do Palácio do Planalto para o povo, o presidente recém-empossado Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje (1º) que reassumiu o compromisso de cuidar dos brasileiros.
Após ser empossado no Congresso horas antes, Lula disse que todas a formas de desigualdade serão combatidas durante o seu terceiro mandato.

"Reassumo o compromisso de cuidar de todos, sobretudo daqueles que mais necessitam. De acabar outra vez com a fome. Temos um imenso legado, ainda vivo na memória de cada brasileiro e brasileira", afirmou.
"China comunista"
O pastor e deputado federal reeleito, Marco Feliciano (PL-SP), afirmou que a Praça dos Três Poderes, em Brasília, onde ocorre a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (1°), “se transformou” na Praça da Paz Celestial da China comunista.

Com essa declaração, o parlamentar buscou chamar a atenção para a baixa quantidade de bandeiras do Brasil em meio a tantas vermelhas erguidas pelos apoiadores do novo presidente.
Na avaliação do aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), este é um “triste dia” para o Brasil. "Brasília vermelha. Onde está o verde e amarelo do Brasil? A Praça dos Três Poderes se transforma na Praça da Paz Celestial da China comunista. Triste dia para a Democracia e para a Pátria", Lamentou, em publicação no Twitter.
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