Isabella foi morta em 2008, quando tinha 5 anos de idade.
O Ministério Público do Estado de São Paulo pediu ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoas que reabra o inquérito policial que investigou o caso da menina Isabella Nardoni, morta aos 5 anos, em 2008.
A assessoria de imprensa do Ministério Público confirmou o envio nesta quarta (17) e o pedido é motivado pelo depoimento de uma nova testemunha. Ela denunciou a suposta relação do advogado Antônio Nardoni, avô de Isabela, com a morte da neta.
A testemunha é funcionária do presídio de Tremembé, no interior paulista, onde Anna Carolina Jatobá, madrasta da vítima, cumpre pena.
A funcionária disse que Anna assumiu ter batido em Isabella no carro do casal. Após uma série de agressões, a menina teria ficado inerte no apartamento da família.
Anna e Alexandre Nardoni, pai de Isabella, teriam, então, imaginado que a menina já estava morta. Segundo a testemunha, Anna disse que naquele momento ligou para o sogro Antônio e ele sugeriu que os dois simulassem um acidente.
Em seguida, Alexandre teria jogado a filha pela janela e depois, entrado em estado de choque ao saber que a garota ainda estava viva. Mas Isabella não resistiu aos ferimentos e morreu.
O advogado Antônio Nardoni negou qualquer envolvimento com o crime.
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