Casal homoafetivo de Echaporã faz inseminação 'caseira' e realiza sonho de ter filho

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Echaporã, cidade com pouco mais de 6 mil habitantes, ganhará em cerca de dois meses uma nova moradora que chegará de uma forma pouco tradicional.

Casadas há seis anos, a regente da banda municipal Nívea dos Santos, de 40 anos, e a servidora pública Vitória Balmant, de 25, alimentavam o sonho de completar a família com um filho. Elas afirmaram que chegaram a pesquisar sobre inseminação artificial, mas se depararam com custos de até R$ 15 mil.

Foi quando souberam da inseminação caseira e decidiram aderir ao método, que envolve a coleta do sêmen de um doador e sua inseminação imediata com seringa ou outros instrumentos. O procedimento ainda não é regulamentado pelo Ministério da Saúde e nem aconselhado pela Anvisa.

Arthur, Nívea e Vitória comemoram a gravidez combinada e aguardam a chegada da filha.

O irmão caçula de Nívea, Arthur, aceitou ser o doador do sêmen que foi introduzido no corpo da cunhada. Eles iniciaram um processo de repetidos exames e check-ups médicos e, depois de duas tentativas com controle de menstruação e testes de ovulação, Vitória engravidou.

Quando fiz o teste de gravidez e deu positivo fiquei louca de felicidade. E no dia seguinte já fomos para o posto de saúde para iniciar o pré-natal. A médica que nos acompanha não tinha atendido alguém grávida por esse método, mas deu apoio porque viu que estamos fazendo tudo certinho”, conta Vitória. Fonte: G-1

 









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