Casal discute por causa de par de meias, troca agressões e caso vai parar na polícia em Marília

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Confusão começou no interior de um carro de aplicativo e terminou com um homem preso em flagrante por violência doméstica.

Uma discussão aparentemente banal, por causa de um par de meias, terminou em agressões e prisão na zona sul de Marília. O caso envolveu um casal, de 30 e 32 anos, e aconteceu durante uma corrida por aplicativo. O homem acabou preso em flagrante por violência doméstica.

Segundo o registro policial, o desentendimento começou depois que o homem pediu à companheira um par de meias. Ele teria reclamado do tamanho das peças entregues e pedido outro par. A mulher respondeu que ele mesmo deveria procurar, dando início à discussão.

Pouco depois, os dois embarcaram em um veículo de aplicativo no Núcleo Habitacional Nova Marília. Durante o trajeto, a discussão continuou e chamou a atenção do motorista.

O condutor contou à polícia que, enquanto dirigia e acompanhava a situação pelo retrovisor, viu o homem atingir a companheira com um soco. Segundo seu relato, ele chegou a ouvir o barulho do golpe e a mulher começou a chorar.

Diante da situação, o motorista perguntou se ela queria procurar a polícia. Com a resposta positiva, passou a procurar uma viatura e encontrou uma equipe da Polícia Militar, comunicando o ocorrido.

Quem bateu primeiro?

A mulher confirmou aos policiais que havia sido atingida na cabeça durante a discussão. Ela também relatou que os desentendimentos entre o casal seriam frequentes.

Já o homem apresentou outra versão sobre o início das agressões. Em depoimento, afirmou que a companheira teria dado primeiro um tapa em sua boca, justamente quando estava com dor de dente. Ele admitiu que, em seguida, reagiu desferindo um soco contra ela.

Os policiais levaram o casal para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Conforme o registro, foi necessário algemar o homem em razão de seu comportamento agressivo durante a ocorrência, embora ele não tenha oferecido resistência física.

A vítima foi orientada sobre as medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha, mas, naquele momento, informou não ter interesse em solicitá-las. O homem foi preso em flagrante por violência doméstica e permaneceu preso, sem direito a fiança na esfera policial.





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