Circuito SP por Todas permite registrar boletim de ocorrência, solicitar medida protetiva e receber atendimento psicológico e orientação jurídica
Marília recebe até sexta-feira (dia 4) a unidade móvel do Circuito SP por Todas, programa do Governo do Estado que oferece atendimento e orientação especialmente às mulheres em situação de violência.
A carreta está instalada na Avenida Sampaio Vidal, em frente à Cobasi, reunindo diferentes serviços da rede de proteção. No local, mulheres podem registrar boletim de ocorrência, solicitar medida protetiva de urgência e receber atendimento psicológico.
Também haverá orientação jurídica, inclusive para questões envolvendo guarda dos filhos e pensão alimentícia. Um ônibus da Secretaria da Saúde está instalado ao lado da carreta oferecendo serviços de saúde.

A programação foi aberta nesta segunda-feira (31), com a presença da secretária estadual de Políticas para a Mulher, Adriana Liporoni. Na ocasião, Marília também aderiu ao Pacto Municipal de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, que busca ampliar a integração entre Estado, município e órgãos da rede de proteção.
Para a secretária de Assistência Social e Cidadania de Marília, Hélide Parrera, a atuação integrada e a união de esforços da sociedade pode auxiliar e muito o trabalho de proteção às mulheres. A iniciativa dá continuidade às ações do Agosto Lilás, campanha de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher.
Como funciona

A secretária estadual de Políticas para a Mulher, Adriana Liporoni, explicou o funcionamento do Circuito SP por Todas em Marília:
“O Circuito é uma carreta itinerante e traz a ideia de integração, oferecendo atendimento da Delegacia da Mulher, com presença da delegada e da escrivã de polícia. A mulher poderá registrar boletim de ocorrência, pedir medida protetiva de urgência, terá também atendimento psicológico, quando a psicóloga realiza ali mesmo o formulário nacional de avaliação de risco. Mas se a mulher não tiver nenhuma questão de violência e quiser uma orientação jurídica, terá acesso ao defensor público para saber sobre guarda de filhos, pensão alimentícia. O objetivo é integrar as forças para que a mulher se sinta protegida.”
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