Caminhoneiros marilienses, espalhados em diversas partes do país, estão literalmente bloqueados sem condições de prosseguir viagem por causa das manifestações
que ocorrem em várias estradas, contra o aumento dos impostos sobre os combustíveis, que encareceu o preço nos postos. O Visão Notícias recebeu, via WhatsApp, fotos e informações sobre protestos na baixada santista, Paraná e também no Maranhão.
Ponto de bloqueio: protesto contra o governo.
"Estamos de acordo com a greve. Não dá para ficar pagando esse preço do diesel", afirmou o caminhoneiro Marcelinho, da MG Transportes. Ele enviou fotos de manifestações que estão ocorrendo nas cidades de Carambeí e também Ponta Grossa. Muitos colegas de outras transportadoras marilienses também estão sem condições de prosseguir viagem em virtude da greve.
Outro motorista mariliense está parado no meio do caminho tentando chegar em São Luiz (Maranhão) e também está recebendo informações e fotos de colegas que estão espalhados pelo Brasil. São bloqueios com pneus, galhos de árvores e também faixas de protesto colocadas nos veículos, parados em postos.

Além de fechar rodovias, manifestações com faixas.
MOTIVO - No último dia 20, o governo anunciou um decreto aumentando a alíquota do PIS e Cofins sobre os combustíveis. A tributação sobre a gasolina subiu R$
0,41 por litro; a do diesel, R$ 0,21; e a do etanol, R$ 0,20 por litro.
O decreto chegou a ser suspenso por decisão de um juiz da 20ª Vara Federal de Brasília em 25 de julho. A Advocacia Geral da União recorreu e, no dia seguinte, o Tribunal Regional Federal (TRF-1) anulou a decisão que suspendia o aumento.
Viagens interrompidas, mas a favor do protesto.
Além do protesto contra o aumento no preço dos combustíveis, a categoria também reivindica pede mais
segurança nas estadas, preço mínimo para o frete e aposentadoria diferenciada para os caminhoneiros.
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