Caminhoneiro mariliense morre após passar mal no MS

Profissional ficou conhecido após sofrer infarto a 2.500 KM da cidade, há 4 meses. Ele sofreu novo ataque enquanto seguia na profissão.
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O caminhoneiro mariliense Manoel Joaquim de Oliveira, de 53 anos, mais conhecido como "Tubaína", morreu na manhã deste domingo (04) após sofrer um novo infarte enquanto viajava, próximo a Coxim, no Mato Grosso do Sul. Ele ficou muito conhecido há cerca de quatro meses quando passou mal e estava a cerca de 2.500 km de Marília. Desta vez, o coração não suportou. O corpo ainda está naquela cidade sul-mato-grossense e só deve chegar na manhã desta segunda-feira.

A luta de Manoel pela vida foi mostrada no portal Visão Notícias. Ele estava acostumado a viajar, ficar meses fora de casa e passar por lugares e estradas bem distantes pelo norte e nordeste do país, muitas delas quase sem nenhuma estrutura. A história de Manoel começou quando deveria fazer uma entrega na cidade de Pacajá no Pará, localizada a 600 km da capital (Belém) e cerca de 2.500 km de Marília - ou 30 horas de viagem.

"Tubaína" conseguiu ser socorrido e chegou em Marília de avião. No trajeto, na última escala, voltou a ter sérios problemas de saúde e a tripulação da companhia Azul, ainda durante o voo, acionou equipes de emergência em Marília. Manoel foi socorrido pelo Resgate e levado diretamente para a Santa Casa.

PELA PROFISSÃO - Manoel passou por uma cirurgia no coração e estava se recuperando. Apesar da resistência dos familiares, a profissão "falou" mais alto. Resolveu viajar para cumprir mais um trabalho nessa profissão, acompanhado de um cunhado. Mas, novamente passou mal na cidade de Coxim (a cerca de 900 KM de Marília. no Mato Grosso do Sul), chegou a ser levado para uma unidade de saúde, mas não resistiu.

O drama de Manoel foi mostrado aqui no portal Visão Notícias.

O corpo ainda está na funerária na cidade de Coxim e deve seguir viagem para Marília após às 17h. Só deve ocorrer nesta segunda-feira, no período de manhã, já que são mais de 10 horas de viagem. Manoel morava no bairro Santa Antonieta, casado, pai de dois filhos e de um casal de netos. O horário de sepultamento ainda será definido pela família.

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