Cadastro Nacional é esperança para quem busca pessoas desaparecidas

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No Brasil, 190 pessoas desaparecem em média por dia. São oito casos por hora - segundo o Fórum Brasileiro de Segurança.

Um cadastro nacional unificado - e com punições para os estados que não atualizarem os dados - é mais uma esperança pra quem busca pessoas desaparecidas.

No Brasil, 190 pessoas desaparecem em média por dia. São oito casos por hora - segundo o Fórum Brasileiro de Segurança. Só no ano passado mais de setenta e uma mil pessoas sumiram. A maioria em São Paulo, depois Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Hoje já existe um cadastro de desaparecidos. Mas o que dificulta o serviço é que não há uma obrigação de atualizar os dados e nem um acompanhamento. Mas um projeto aprovado pela Câmara dos deputados promete mudar isso. Ele cria um cadastro nacional que pode tornar mais eficiente a busca pelos desaparecidos.

Pela proposta, as informações do banco de dados vão ser compartilhadas entre todos estados. Terá descrição física e fotos. E também um espaço sigiloso, para os investigadores, com informações genéticas. 

Para a especialista em política social Maria Lúcia Pinto Leal, o cadastro pode agilizar a localização dos desaparecidos, mas não vai funcionar sozinho.

“É uma ferramenta muito importante porque se ele bem articulado e descentralizado  para os estados e municipios e houver uma relação aguda, forte entre os estados e o cadastro, com orçamento e condições objetivas, ele tem um papel de política importante. É preciso que essa rede funcione quando esse dado cair nesse sistema.Ele tem que ser ágil, rápido, competente”, diz ela.

O projeto segue para votação no Senado.







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