Bruxo de Marília é acusado de aplicar golpe e caso vai parar na polícia

Vítima, que é de Garça, se diz integrante de uma seita satânica e teria perdido R$ 3 mil.
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A equipe plantonista da Central de Polícia Judiciária de Marília foi surpreendida hoje (06) por uma ocorrência no mínimo inusitada. Um balconista de 50 anos, morador em Garça, prestou queixa de estelionato contra um falso bruxo, que o teria convidado para participar da sociedade fraternal da qual supostamente fazia parte em Marília. Ele teve um prejuízo de R$ 3 mil.

O caso foi registrado na Polícia Civil.

A vítima disse aos policiais que fazia parte de uma seita satânica e conheceu o bruxo impostor na internet. Nas conversas, se apresentou como sendo "delegado" de uma suposta ordem de bruxos e presidente de uma irmandade. O desconhecido começou a pressioná-lo para entrar em sua sociedade fraternal, dizendo que procuraria a Polícia Federal para denunciá-lo como farsante.

O balconista foi até à casa do tal "delegado da ordem de bruxos", localizada na rua Raul Pimazoni, no Jardim América (zona oeste), pedindo para conhecer o templo. Mas o estelionatário disse que o prédio havia sido destruído por evangélicos. A partir daí, passou então a pagar uma mensalidade para manutenção de um site, além de uma taxa de adesão, chegando ao valor total de R$ 3 mil em dinheiro.

O satanista disse na delegacia que o falso bruxo o levou até o cemitério da Saudade, onde teria mostrado um túmulo violado. Ele afirmou ter condições de levar os policiais até o local, para confirmar a veracidade das informações. Também contou que o estelionatário prometeu dar o seu filho em sacrifício para ritual satânico quando o garoto completasse sete anos de idade. A Polícia Civil registrou a ocorrência e agora deve averiguar o caso.







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