A crise econômica tem forçado os brasileiros a mudarem seus hábitos de consumo. Em todas as capitais e em cidades do interior 85,9% dos brasileiros se viram obrigados a ajustar o orçamento doméstico para se defender dos efeitos da crise. Há os que agora evitam comprar produtos e serviços com os quais sempre estiveram acostumados (79,1%); os que passaram a optar por produtos de marcas mais baratas (76,9%) e os que deixaram de viajar (75,5%) e de sair com os amigos para bares e restaurantes (71,3%).
A escalada do desemprego tem atingido cada vez mais pessoas. Quatro em cada dez brasileiros (42,2%) têm algum familiar desempregado dentro da própria casa e 76,3% conhecem alguém que foi demitido nos últimos seis meses ou que tiveram de encerrar as atividades do seu negócio. E as perspectivas não são boas, pois para 82,7%, o desemprego seguirá aumentando em 2016.
86,8% dos brasileiros avaliam a atual crise econômica como grave ou muito grave e a perspectiva de melhora da economia até o final do ano é baixa na avaliação dos entrevistados. Seis em cada dez (56,8%) entrevistados não acreditam em chance de recuperação da economia, ao passo que os otimistas
somam apenas 16,8% dos entrevistados. Para 26,5% a situação econômica tende a continuar a mesma na comparação com o ano passado.
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