Em uma eleição marcada pela polarização, o voto consciente e o respeito às diferenças são fundamentais; independentemente do resultado, o Brasil continuará sendo um só
Neste domingo (25), milhões de brasileiros voltam às urnas para escolher o próximo presidente da República, entre Flávio Bolsonaro e Lula. Mais do que decidir quem governará o país pelos próximos quatro anos, cada eleitor terá a oportunidade de exercer um dos direitos mais importantes da democracia: o voto livre e consciente.
O Brasil chega a este segundo turno marcado por profundas divisões políticas. Famílias, amigos e até colegas de trabalho muitas vezes se afastaram por pensar de maneira diferente. Mas, a democracia existe justamente para permitir que opiniões distintas convivam e sejam respeitadas.
É hora de deixar de lado o revanchismo, as ofensas e a intolerância. Votar com consciência significa pensar no futuro do país, nas próximas gerações e nos desafios que precisam ser enfrentados, independentemente de preferências partidárias.
Respeito acima de tudo!
O resultado das urnas poderá ser comemorado por uns e lamentado por outros. Faz parte do processo democrático. O que não pode se perder é o respeito à vontade popular, às instituições e, principalmente, às pessoas.
A partir de segunda-feira, os desafios continuarão os mesmos: saúde, educação, emprego, segurança, desenvolvimento econômico e melhores condições de vida para todos os brasileiros.
Presidentes passam, governos mudam, mas o Brasil permanece.
E, independentemente de quem vencer, continuaremos sendo um só país, com milhões de brasileiros que desejam viver em paz, trabalhar, cuidar de suas famílias e construir um futuro melhor.
Neste domingo, que vença a democracia. E que o Brasil saia das urnas mais unido do que entrou.
Klaus Bernardino
Visão Notícias/Editor.
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