Brasil reencontra Japão no mata-mata e terá pela frente rival que aprendeu com o futebol brasileiro

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Legado de Zico ajudou a transformar os "Samurais Azuis" em uma das equipes mais competitivas do mundo

O Brasil enfrenta o Japão nesta segunda-feira (29), daqui a pouco, às 14h (de Brasília), em Houston, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Favorita no confronto, a Seleção Brasileira terá pela frente um adversário que evoluiu nas últimas décadas justamente inspirado no futebol brasileiro.

Muito desse crescimento passa pelo trabalho desenvolvido por Zico no Japão. O ex-camisa 10 da Seleção Brasileira foi um dos principais responsáveis pela profissionalização do futebol japonês nos anos 1990, ajudando a implantar conceitos técnicos, táticos e a mentalidade vencedora que serviram de base para o desenvolvimento da modalidade no país.

Hoje, o cenário é completamente diferente daquele de décadas atrás. A seleção japonesa reúne jogadores experientes, a maioria atuando nas principais ligas da Europa, e chega ao mata-mata como uma das equipes mais organizadas da competição.

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Atenção redobrada!

O próprio Zico já alertou recentemente que o Brasil precisará redobrar a atenção diante da velocidade e da intensa movimentação dos "Samurais Azuis", características que marcaram a campanha japonesa nesta Copa.

Em 2014, Neymar marcou os quatro gols da goleada sobre o Japão.

Outro fator que aumenta a confiança dos asiáticos é o retrospecto recente. No último encontro entre as duas seleções, em outubro de 2025, o Japão venceu o Brasil por 3 a 2, de virada, em amistoso disputado em Tóquio.

Agora, porém, o cenário é bem diferente. Em jogo único, quem perder estará eliminado da Copa do Mundo. Caso haja empate no tempo normal, a decisão da vaga será na prorrogação e, se necessário, nos pênaltis.

Liderada por Vinicius Júnior e comandada pelo técnico Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira tentará confirmar o favoritismo diante de um adversário que aprendeu muito com o futebol do Brasil, mas que hoje já caminha com as próprias pernas e representa um dos maiores desafios do torneio.









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