“Botão do pânico” salva mulher de ser agredida pelo ex-companheiro em Marília

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Uma mulher foi salva de sofrer violência doméstica em Marília ao acionar o chamado “botão do pânico”. O acusado estaria tentando invadir a casa dela e, graças ao sistema, a Polícia Militar chegou rapidamente ao local, conseguindo prendê-lo. 

O caso ocorreu na noite desta quarta-feira, no bairro Parque das Indústrias, zona sul de Marília, envolvendo uma auxiliar de produção de 29 anos. De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada via Copom após o disparo do sistema e chegou rapidamente ao endereço.

No local, os policiais encontraram o ex-companheiro da vítima, um homem também de 29 anos, em frente à residência.

E
le admitiu que tinha conhecimento da medida protetiva de urgência que o impedia de se aproximar, mas alegou que foi até o local por estar “ansioso” e com a intenção de ver o filho.

A vítima confirmou que acionou o dispositivo ao perceber a presença do ex-companheiro, justamente por ele estar descumprindo a ordem judicial. Apesar do susto, não houve agressão física ou ameaças.

O homem foi preso em flagrante por descumprimento de medida protetiva e encaminhado ao plantão policial.

O que é o “botão do pânico” e como ele funciona?

O chamado “botão do pânico” é uma ferramenta de proteção voltada, principalmente, para mulheres que possuem medidas protetivas contra agressores.

O recurso pode estar disponível em dispositivos físicos ou em aplicativos de celular e permite que a vítima acione a polícia de forma rápida e discreta em situações de risco.

A ferramenta tem sido considerada fundamental para prevenir casos de violência doméstica, garantindo uma resposta mais ágil das autoridades e aumentando a segurança das vítimas.

Principais características:

  • Acionamento silencioso: ao pressionar o botão, um alerta é enviado imediatamente à polícia, sem chamar a atenção do agressor;
  • Localização em tempo real: o sistema envia a posição exata da vítima ao Centro de Operações da Polícia Militar (Copom);
  • Resposta rápida: viaturas são direcionadas ao local com prioridade;
  • Gravação de áudio: em alguns casos, o sistema registra sons do ambiente para auxiliar na ocorrência;
  • Integração com monitoramento: pode ser associado a tornozeleiras eletrônicas, alertando automaticamente quando o agressor se aproxima.





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