A pequena Aylla protagonizou uma história de superação. A bebê nasceu em 27 de junho com o cordão umbilical enrolado no pescoço e apresentou asfixia perinatal grave, quadro provocado pela falta de oxigênio.
Na UTI Neonatal da Santa Casa de Votuporanga, ela foi submetida à hipotermia terapêutica, tratamento que reduz de forma controlada a temperatura corporal durante cerca de 72 horas para diminuir o risco de lesões cerebrais.
Durante a internação, o monitoramento também identificou convulsões silenciosas, permitindo que a equipe médica agisse rapidamente.
A recuperação foi gradual: Aylla voltou a respirar sozinha, passou a se alimentar pela boca e deixou definitivamente o hospital em 29 de julho, após 32 dias de internação.
Segundo os pais, Fagner Rodrigues, de 26 anos, e Mayra Rodrigues Pereira Costa, de 18, ver a filha sem os tubos foi um momento de enorme alívio. A bebê segue em acompanhamento e, até o momento, não apresenta sequelas.