O bebê de um ano e três meses que foi levado morto a um hospital em Praia Grande, litoral paulista, com marcas de soco e mordida foi enterrado em Bauru nesta quarta-feira (8). A mãe e o padrasto foram presos suspeitos do crime.
Segundo a família, muitas pessoas foram ao velório e ficaram revoltadas ao saber dos machucados que a criança tinha.
O padrasto Ronaldo Silvestrini Junior, de 22 anos, foi preso suspeito de ter agredido o enteado. A mãe Giulia de Andrade Cândido, de 21 anos, foi presa por falso testemunho ao tentar acobertar o crime. De acordo com a polícia, ainda não está descartada a hipótese de Giulia ser também responsabilizada pela morte do bebê.
A mãe e padrasto passaram por audiência de custódia na terça-feira (7) e, de acordo com o Tribunal de Justiça, ela teve a liberdade concedida. Já Ronaldo teve a prisão mantida.
O bebê Anthony e o irmão mais velho foram morar com a mãe e o padrasto, deixando Bauru, depois que os pais se separaram, segundo a família do pai do bebê. O irmão mais velho de Anthony foi levado para um abrigo em Praia Grande após a prisão do casal.
Anthony Daniel foi levado pelo padrasto de 22 anos à Unidade de Pronto Atendimento Samambaia, em Praia Grande, por volta das 23h40 de domingo (5), já sem vida. A polícia foi chamada depois que os enfermeiros de plantão perceberam sinais de agressão no corpo da criança.
Segundo laudo médico, o bebê apresentava diversas fraturas, uma mordida no rosto e hematomas espalhados pelo corpo.
Fonte: G1
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288








