O atleta Daniel Nascimento, de 26 anos, nascido em Paraguaçu Paulista (a 80 km de Marília), atual recordista sul-americano da maratona foi suspenso por cinco anos pela Unidade de Integridade do Atletismo (AIU), entidade que cuida da proteção contra qualquer forma de violação de integridade dos atletas (como doping, apostas, suborno e corrupção).
Ele testou positivo para três substâncias proibidas (hormônios) em exames fora de competições realizados às vésperas das Olimpíadas de Paris. O início do gancho é retroativo a 15 de julho de 2024, ou seja, todos os resultados após essa data foram anulados.
Mesmo assim, o brasileiro mantém o recorde sul-americano da maratona, com 2h04min51s. Daniel só vai poder voltar às competições em julho de 2029.
A pena máxima para uma violação de doping é de quatro anos, mas a AIU julgou que houve circunstâncias agravantes no caso de Daniel Nascimento, que não conseguiu comprovar uso não intencional das substâncias proibidas.
O gancho então passou a seis anos. Mas, o brasileiro foi beneficiado com a redução de um ano de suspensão por ter reconhecido e admitido a violação do código antidopagem.
Empatia com o atleta
Um dia após a divulgação do doping em julho do ano passado, a equipe de Danielzinho se manifestou e alegou que o atleta "convive com traumas e problemas mentais". No texto a equipe pede para que tenham empatia com Daniel para que ele fique bem. Desde então, o atleta não se pronunciou sobre o caso. Informações: GE.
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288







