Nove pessoas morreram na noite da quarta-feira (17) após um tiroteio na Igreja Metodista Episcopal Africana Emanuel, no centro da cidade de Charleston, na Carolina do Sul (EUA). Entre as vítimas está o senador estadual Clementa Pinckney, que também era o pastor do tempo.
De acordo com as forças de segurança, oito pessoas morreram dentro da igreja e duas vítimas foram transportadas para o hospital, onde uma delas não resistiu aos ferimentos e morreu.
A polícia americana suspeita que o tiroteio na igreja tenha tido cunho racista. O local era frequentado por uma comunidade majoritariamente negra.
Vítimas - Seis mulheres e três homens morreram no ataque. O suspeito seria um jovem branco, de aproximadamente 21 anos. Ele teria o porte atlético e estaria vestindo um moleton cinza, calça jeans e botas no momento do ataque.
Câmeras de segurança revelaram que o rapaz foi visto saindo da igreja em um carro preto de quatro portas. Além do Departamento de Polícia de Charleston, o FBI também participa das investigações.
O suspeito de abrir fogo contra a igreja foi detido pela polícia em Shelby. O FBI, a polícia federal americana, identificou o suposto atirador como Dylann Storm Roof, de 21 anos. Ele seria o responsável por atirar e matar nove pessoas.
Segundo a polícia, o atirador se sentou com os fiéis por cerca de uma hora antes de abrir fogo.
O Departamento de Justiça americano disse que investiga o caso como crime de ódio, sugerindo que há motivações racistas por trás do ocorrido.
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