'Queremos que ela seja condenada pelo que ela fez, não por ódio', diz família de Emanuel e Emanuelle
Agora, exatos 1.517 dias depois do acidente, a família dos dois aguarda com expectativa o julgamento da médica Kátia Vargas, acusada de ter provocado o acidente que culminou nas mortes. Nesta terça (5), em Salvador, ela será submetida a júri popular.
Este dia, para a família dos irmãos, vai ser mais do que um momento cercado de expectativa: vai ser o fechamento de um ciclo após quatro anos.
A mãe de Emanuel e Emanuelle, a enfermeira Marinúbia Gomes, está sendo medicada com ansiolíticos. Desempregada há pouco mais de um ano, ela não consegue trabalho. Nas últimas entrevistas de emprego, foi descartada pela repercussão do caso.
O medo de que o julgamento nunca acontecesse sempre assustou a família de Emanuel e Emanuelle. Mesmo se o júri condenar a médica ela não será presa ao fim do julgamento.
A prisão só aconteceria se o processo após um eventual trânsito em julgado – ou seja, quando não houver mais recursos.
Em maio deste ano, quando o laudo da reconstituição do acidente foi divulgado e concluiu que a médica Kátia Vargas perseguia os dois irmãos em alta velocidade. O carro de Kátia bateu na moto em que os irmãos estavam, projetando-os contra um poste.
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