Após operação, Polícia Civil tenta prender "chefe" do jogo do bicho em Marília

Mais de 20 estabelecimentos foram inspecionados. Também foram apreendidas diversas máquinas caça-níqueis.
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O delegado coordenador da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília, José Carlos Costa, divulgou um balanço da operação de combate aos jogos de azar realizada nesta semana na cidade. Foram cumpridos 20 mandados de busca, autorizados pela justiça.

No total, foram apreendidas cinco máquinas caça-níqueis, três equipamentos eletrônicos que realizavam o jogo do bicho e ainda R$ 267 em dinheiro. O objetivo agora é identificar o chefe dessa organização criminosa, que é responsável por trazer esses equipamentos que são instalados principalmente em bares da periferia.

Equipamentos apreendidos pelos investigadores.

As investigações indicaram uma grande movimentação suspeita de pessoas nesses locais e as buscas comprovaram que alguns desses comércios promoviam o jogo de azar em Marília”, afirmou o delegado. Outras operações deverão ser realizadas nos próximos dias.

Os policiais civis cumpriram mandado em mais de 20 estabelecimentos comerciais suspeitos de promover o jogo de azar na cidade. A ação teve como alvo comércios em bairros das zonas Norte e Sul, e resultou na apreensão de máquinas caça-níqueis e de jogo do bicho.

Essas máquinas que realizam o jogo do bicho são idênticas as de cartão de crédito. Já as caça-níqueis estavam em funcionamento nos bares. Esse dinheiro apreendido foi encontrado em uma mercearia na zona Norte com papéis indicativos de jogo de azar”, observou José Carlos Costa.

Os donos dos estabelecimentos onde foram apreendidos os equipamentos serão indiciados pelo crime de promoção ao jogo de azar. A pena pode chegar até um ano de reclusão, além do pagamento de multa.







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