Controlar os gastos ainda é uma barreira para muitos brasileiros. Mas uma nova leva de empresas promete descomplicar o ato de economizar e aplicar para o futuro. São as fintechs, que unem tecnologia e serviços financeiros.
"As fintechs tendem a ser focadas no usuário e a resolver problemas específicos", afirma Lauro Gonzalez, coordenador do centro de estudos em microfinanças e inclusão financeira da FGV. Ele ressalta que essa prática se contrapõe aos bancos, que oferecem "produtos de prateleira" para um público amplo.
Para começar, a dica é ficar mais próximo do mundo de taxas, prazos e juros. A Calculadora do Cidadão, do Banco Central, realiza simulações simples e permite saber, por exemplo, qual será o rendimento de uma aplicação.
Os que estão interessados em controlar melhor as despesas podem baixar o aplicativo GuiaBolso. Criado em 2014, o aplicativo conecta a conta bancária do usuário ao aplicativo e categoriza automaticamente os gastos. Em pouco tempo, é possível descobrir se o dinheiro do cafezinho após o almoço está pesando no orçamento ou se há outra gordura para queimar.
INVESTIMENTOS - Depois de organizar as contas, chegou a hora de investir. Nessa tarefa, os robôs automatizados (ou robo-advisors, no jargão em inglês) despontam como alternativa. Em comum, eles fazem testes para traçar o perfil do usuário. Depois, um algoritmo indica, a partir dos dados coletados, o mix mais adequado entre títulos do Tesouro, ETFs (fundos que replicam índices de ações, como o Ibovespa) ou até fundos. Estadão.
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