APAS cobra do Banco Central a maior emissão de moedas para resolver a falta de troco

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Uma das principais dificuldades dos supermercados e consumidores parece estar longe de terminar. A diretoria da Associação Paulista de Supermercados (APAS) participou de um encontro com o Bacen, e, após a reunião, não houve consenso sobre o estabelecimento de postos fixos de troca de moedas em cidades-chave no Estado de São Paulo – o que, segundo a entidade supermercadista, contribuiria para garantir o cumprimento do direito do consumidor em receber corretamente o seu troco.

Durante o encontro, que ainda contou com a participação de representantes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban); Federação Nacional dos Bancos (Fenaban); dos Bancos do Brasil, Itaú, Bradesco e Caixa Econômica Federal; e da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj), a APAS destacou que a falta de troco nos supermercados vem acompanhada de muitos prejuízos, que em valores reais, pode chegar a mais de R$ 1 milhão por ano em uma rede de médio porte.

Com a falta de troco, os supermercados são obrigados a arredondar os valores, o que causa grande prejuízo. Vou dar um exemplo: em uma rede de médio porte, se cada caixa arredondar R$ 2,00 por dia em troco, o prejuízo pode chegar a R$ 1.300.000,00 no ano”, explica Roberto Longo, vice-presidente da APAS, que destacou ainda que o Banco Central reconheceu o problema da falta de troco em supermercados e apontou as principais causas.

Desde o dia 30 de agosto, o Banco Central iniciou campanha para despertar na população a importância de se retirar moedas de cofrinhos, gavetas e cinzeiros, por exemplo, e aumentar a oferta do numerário, a fim de facilitar o troco e, principalmente, reduzir o gasto público.







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