Aos 69 anos, marceneiro transforma paixão pelo ciclismo em coleção de medalhas

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Morador de Birigui concilia o trabalho com os treinos e já conquistou títulos importantes, além de superar competidores mais jovens

No Dia Nacional do Ciclista, celebrado nesta quarta-feira (19), a história do marceneiro Maurício Marangon, de 69 anos, morador de Birigui (distante 150 quilômetros de Marília), mostra que idade não é limite para a prática esportiva.

Apaixonado por bicicletas, Maurício conseguiu transformar o ciclismo em parte da rotina e hoje coleciona medalhas e troféus. Para conciliar o trabalho com os treinos, ele aproveita até os deslocamentos profissionais.

Quando precisa trabalhar em cidades próximas, como Araçatuba e Bilac, os filhos seguem de carro e ele vai de bicicleta. Em trajetos de cerca de 20 quilômetros, também costuma voltar do serviço pedalando.

“Se eu for trabalhar fora, não tenho tempo de treinar. Se estou por perto, saio do serviço e venho embora com a bike, que já serve como treino”.

E o treino não termina ao chegar em casa. Maurício troca de roupa e segue para trilhas de mountain bike ou estradas de terra.

A dedicação trouxe resultados. O ciclista é pentacampeão do Festival Brasil Ride e conquistou o segundo lugar no Campeonato Brasileiro de Ciclismo em 2025. Na garagem, mantém quatro bicicletas para diferentes tipos de percurso e treinamento, sendo a mountain bike de competição a sua preferida.

Mesmo enfrentando e superando atletas mais jovens, Maurício atribui seu desempenho à disciplina e aos hábitos saudáveis: “A idade não pode ser um obstáculo. Não tem limite para o esporte. Se cuidar, ter uma boa alimentação e dormir cedo é importante”, afirma. (com informação G1)





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