Alta nos preços de educação e saúde impulsiona custo de vida

Para FecomercioSP, custo de vida na região metropolitana de São Paulo registrou 10,98% em 12 meses
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O custo de vida na região metropolitana de São Paulo apresentou elevação de 0,98% em fevereiro, pressionado pelos grupos de Educação e Saúde. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta foi de 10,98%. Os dados são da pesquisa Custo de Vida por Classe Social (CVCS), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).  

Os grupos de Educação (6,26%) e Saúde (1,11%) foram os que mais impactaram para o aumento do custo de vida em fevereiro, já que, juntos, representam mais da metade da alta registrada. No mês, o grupo de Alimentação e bebidas apresentou elevação de 0,50% e os principais aumentos de preços no varejo foram vistos em itens como merluza (12,89%), uva (10,63%), feijão-carioca (7,74%), cenoura (7,67%), presunto (7,08%) e mamão (6,39%).

As classes B e A foram as que mais sentiram a alta do custo de vida e apontaram acréscimos de 1,24% e 1,06%, respectivamente; enquanto na classe C, o aumento foi de 0,94%, e nas E e D, a elevação foi de 0,61% em ambas.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, se de um lado a fraqueza da atividade econômica indica que as altas nos preços perdem força, de outro, a incerteza política faz com que muitos agentes antecipem o pior e acabem aderindo a uma inflação preventiva na desconfiança de que as autoridades econômicas tenham perdido o controle da situação.

Sobre a FecomercioSP - A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 157 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por 11% do PIB paulista - aproximadamente 4% do PIB brasileiro - e gera 5 milhões de empregos.





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