Outubro marca o início do semestre (outubro/março) com maior risco de transmissão de doenças pelo mosquito Aedes Aegypti. O principal motivo são as chuvas.
Para ampliar a proteção dos moradores, a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde Secretaria Municipal lançou um alerta e reforçou os cuidados para evitar criadouros.
Conforme protocolo do Ministério da Saúde, o combate ao mosquito que transmite dengue, zika, chikungunya e febre amarela é feito principalmente por meio de ações de Educação em Saúde. O esforço envolve Poder Público e população, para evitar que o mosquito se prolifere.
Em Marília, neste ano, não houve registro de zika, chikungunya e febre amarela. De janeiro até o final de setembro, foram 20 casos de dengue.
Todas as unidades de saúde do município contam com ACS (Agentes Comunitários de Saúde) e ACEs (Agentes de Controle de Endemias). O trabalho de visitas domiciliares é permanente, com acompanhamento dos Supervisores de Saúde.
A Divisão de Zoonoses atua no suporte às equipes, intervenções preventivas em locais de grande circulação ou imóveis de interesse especial.
ALERTA! Os principais criadouros são os recipientes descartados a céu aberto ou reservatórios artificiais, onde acumula água de chuva. De uma simples tampinha de garrafa às piscinas, é importante que sejam tomadas providências.
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