ACIM alerta para falta de mão de obra qualificada

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A falta de mão de obra qualificada está se tornando um grande problema no comércio, principalmente no setor atacadista, alertou a vice-presidente da Associação Comercial e de Inovação de Marília (ACIM), Valéria Cristina Tamião de Oliveira.

“Postos de trabalho estão se tornando uma batalha diária para encontrar e reter bons profissionais”, disse a dirigente que observa esta realidade no segmento empresarial que atua. “O capital humano tornou-se o grande diferencial competitivo”, referindo-se inclusive a uma recente pesquisa desenvolvida neste sentido pela FecomércioSP. 

Valéria: capital humano em escassez.

Na opinião de Valéria Cristina, a dificuldade em manter trabalhadores é outro problema que o empresariado em geral vem tendo em qualquer segmento. “O tempo médio de permanência no emprego em empresas do atacado paulista, por exemplo, chega a 26 meses, ou seja, pouco mais de dois anos”.

Ela se mostra alarmada com os números apresentados pela pesquisa que mostram situação complicada em três setores: produtos farmacêuticos; produtos alimentícios e bebidas e fumo; e nas matérias-primas agrícolas e animais, onde os funcionários não chegam a completar dois anos numa mesma empresa. 

O que fazer?

Para as empresas que estão encontrando dificuldades na manutenção de funcionários ou até mesmo na contratação de mão de obra especializada, Valéria Cristina Tamião de Oliveira orienta os empresários que criem programas de atração das novas gerações de profissionais.

“Hoje em dia não é só o valor do salário que atrai funcionários qualificados, mas outros detalhes da empresa que reforcem o engajamento”, disse a dirigente ao solicitar aos empresários que redobrem os esforços na gestão de pessoas para garantir equipes qualificadas e engajadas. “É preciso criar um vínculo entre a empresa e o empregado”, sugeriu com experiência própria.





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