O importante é saber verificar os sintomas que a criança venha a apresentar caso tenha sofrido uma agressão e ensinar noções básicas para que elas não caiam nas armadilhas dos abusadores
A cada cinco crianças, uma já sofreu ou vai sofrer abuso sexual. No abuso sexual podem-se incluir: abuso sem contato físico, assédio, abuso verbal, exibicionismo, voyeurismo e abuso com contato físico. Acontece com frequência no meio intrafamiliar (grupo familiar: pais, tios (a), primo (a)), embora no meio extrafamiliar também seja muito recorrente.
O importante é saber verificar os sintomas que a criança venha a apresentar caso tenha sofrido uma agressão e ensinar noções básicas para que elas não caiam nas armadilhas dos abusadores.
É preciso que pais e educadores não tenham vergonha de falar com as crianças sobre essa temática.
Primeiramente a criança deve entender que o seu corpo lhe pertence e ninguém deve tocá-lo, que há partes no corpo que são íntimas e que se alguém quiser vê-las ou tocá-las é preciso dizer não e esse fato deve ser relatado a alguém que confie na hora.
É preciso ensinar a criança a dizer NÃO para qualquer coisa que a desagrade, como beijos e toques de quem quer que seja.
O mesmo vale para fotos e vídeos: é preciso aconselhar às crianças que não se deve tirar fotos ou fazer vídeos sem roupa ou em situações constrangedoras. Outro ponto que deve ser ressaltado é que não se deve pegar carona com desconhecidos.
Outro aspecto importante é sobre manter segredos. É essencial dizer a criança que não pode haver segredos entre ela e os pais.
Uma prática bem atual utilizada pelos abusadores é a internet; é fundamental explicar para a criança que não se deve passar nenhuma informação, como os endereços de onde mora ou estuda.
É importante deixar claro que o uso da internet só é autorizado com o acompanhamento dos pais.
Pais e educadores devem ficar atentos a sintomas que as crianças apresentem, como tristeza repentina ou isolamento, isso pode ser sinais que a criança esteja sendo abusada.
Se precisar de ajuda, há vários profissionais que podem ajudar nessas situações, como é o caso dos psicólogos. A educação sexual começa em casa.
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