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Informações de Marília e região

- Marília/SP

Postado em 14/10/2020 às 18:00

Protetor solar: quantidade certa é uma colher de chá para cada parte do corpo

Reaplicação recomendada é a cada três horas; nas mãos, produto deve ser passado após o álcool em gel

Esteja ou não calorão, a época é de radiação ultravioleta (UV) em níveis altos na região Sudeste, chegando a extremo. É preciso redobrar os cuidados, mesmo quando se expõe pouco ao sol, para evitar o câncer de pele. O protetor solar é a principal arma, mas para funcionar precisa ser aplicado na quantidade e tempos corretos.

A dermatologista Gabriela Marques Invernise (foto), do Grupo São Francisco, que integra o Sistema Hapvida, ensina que o indicado é uma colher de chá de protetor solar para cada parte do corpo de três em três horas, todos os dias.

Uma colher de chá do produto para o rosto, pescoço e cabeça, uma colher de chá para cada braço, incluindo a mão, e uma colher de chá para cada perna. E com reaplicação a cada três horas. Assim, garantimos que será eficaz”, explica, acrescentando que o produto escolhido tenha fator de proteção a partir de 30.

 

Protetor específico no rosto?

Outra dúvida bastante comum é se no rosto deve se aplicar um protetor solar específico para esta parte do corpo. “Nada impede de usar o mesmo protetor solar no rosto e no corpo, sempre com fator de proteção mínimo de 30. Porém, a pele do rosto costuma ser mais oleosa e, por isso, o ideal é usar um protetor em gel ou oil free”, ressalta a dermatologista.

Mesmo quem usa maquiagem com fator de proteção deve, também, aplicar o protetor solar. “Primeiro o hidratante, depois cosméticos que a pessoa costuma usar, como vitamina C, e então o protetor solar. Depois dele, vem a maquiagem”, detalha Gabriela.

 

Passar nas mãos

Uma parte do corpo que muitos acabam esquecendo de proteger dos raios ultravioleta devidamente são as mãos. Elas ficam muito expostas ao sol, como quando se está dentro do carro, por exemplo.

É preciso reaplicar o protetor solar nas mãos também a cada três horas e, se lavá-las ou higienizá-las com álcool em gel, é necessário passar o protetor novamente.

A alta incidência de raios ultravioletas aumenta a probabilidade de queimaduras na pele, que a longo prazo podem causar lesões e até câncer de pele.

A doença pode se manifestar como uma pinta ou mancha, geralmente acastanhada ou enegrecida, como uma pápula ou nódulo avermelhado, cor da pele e brilhoso ou como uma ferida que não cicatriza. Por isso, Gabriela orienta observar sempre mudanças em pintas e manchas e, na dúvida, procurar um dermatologista.

 

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