13° salário vai injetar até R$ 128 milhões em Marília

FecomercioSP dá dicas importantes de como usar melhor esse benefício pago pelas empresas neste final de ano.
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A partir de dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) e do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a assessoria econômica da FecomercioSP estima que o 13º salário dos trabalhadores celetistas em Marília deve injetar na economia local até R$ 128 milhões no final de 2016.

Esse montante foi calculado a partir da massa salarial média paga aos 65.282 trabalhadores formais (com carteira assinada) ativos que iniciaram o ano de 2016, mais o saldo da massa de salários resultante dos 17.704 admitidos e 16.559 desligados acumulados no período de janeiro a setembro de 2016. Vale ressaltar que, no cálculo, não foram considerados os recursos recebidos pelos aposentados e pensionistas, já que grande parte do 13º foi pago antecipadamente.

Outro ponto a ser destacado é que nem todos os trabalhadores recebem o 13º salário nos meses de novembro e dezembro, e, por esse motivo, o valor máximo a ser injetado na economia local é de até R$ 128 milhões.

O pagamento do 13º salário deve ser feito pelo empregador em duas parcelas. A Lei 4.749, de 12/08/1965, determina que a primeira seja paga entre 1º de fevereiro e 30 de novembro. Já a segunda parcela deve ser paga até o dia 20 de dezembro, tendo como base de cálculo o salário de dezembro menos o valor adiantado na primeira parcela.

ONDE USAR O 13º SALÁRIO

De acordo com a FecomercioSP, existem algumas dicas importantes de como usar melhor esse pagamento extra de final de ano. O primeiro passo é fazer uma avaliação criteriosa do orçamento doméstico, atentando-se para o nível de comprometimento da renda com o pagamento de dívidas (que deve ser de no máximo 30%).

Se a pessoa já está inadimplente ou altamente endividada, o 13º salário deve ser destinado ao pagamento de débitos. O pagamento de dívidas do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito deve ser priorizado, já que essas modalidades de crédito cobram as maiores taxas de juros do mercado.

Para outros tipos de dívidas, o consumidor pode aproveitar e negociar sua quitação à vista e, desta forma, conquistar descontos. Para as famílias que não possuem débitos que comprometam mais de 30% da renda familiar, a melhor alternativa para o salário adicional é poupar.

Neste caso, 13º pode dar uma boa folga no orçamento familiar a partir de janeiro, quando chegam “Dívidas de Verão”, como IPVA, IPTU, material e matrícula escolar e também as viagens de férias.

 





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