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Postado em 27/09/2021 às 16:00
ANATEL encontra novas irregularidades na rádio 950 de Marília
Fiscais da ANATEL encontraram o estúdio funcionando numa sala no centro da cidade.

Estúdio estaria funcionando em escritório político e não em Vera Cruz. Emissora mantém silêncio.

A ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) encontrou novas irregularidades no funcionamento da rádio 950 de Marília, pertencente ao ex-prefeito e ex-deputado, Abelardo Camarinha.

Desta vez foram dois problemas: o local de funcionamento do estúdio, ou seja, estaria funcionando em um escritório político no centro da cidade e não anexo à antena, localizada numa fazenda em Vera Cruz.

Outro problema foi com relação a própria antena que também estaria fora do tamanho autorizado (69 metros) e os fiscais verificaram que está com 101 metros.

Como foi a fiscalização

Prédio onde está funcionando atualmente o estúdio da rádio 950, no centro da cidade.

A fiscalização foi feita após denúncia recebida pela agência.

A direção da emissora agora tem 15 dias para apresentar defesa, sob pena de sofrer "sanções administrativas previstas no Art. 62 do Código Brasileiro de Telecomunicações (CBT)", que prevê inicialmente aplicação de multa.

Mas, dependendo da situação o código também prevê suspensão ou até cassação de funcionamento.

A fiscalização foi realizada no dia 14 deste mês por dois técnicos da ANATEL que encontraram os equipamentos do estúdio instalados em um edifício onde funciona o escritório político da família Camarinha, na rua Bahia, 165 - Sala 62.

"A ligação entre o estúdio em Marília e o transmissor em Vera Cruz se dá através de Link de Internet (streaming)", relataram os fiscais.

Outro lado - A direção da emissora informou na manhã desta segunda-feira que não vai se manifestar sobre a fiscalização realizada pela ANATEL. Mas, tudo indica que apresentará defesa dentro do prazo estabelecido (15 dias).

Outras irregularidades

Em julho de 2019, os transmissores da emissora já haviam sido lacrados pela agência, aliás pela terceira vez desde 2017. O motivo era o mesmo, ou seja, estúdio funcionando em local diferente do autorizado (na avenida Sampaio Vidal esquina com a rua Coronel José Braz, também na área central de Marília).

Depois, acabou sofrendo processo de despejo e passou a funcionar no atual prédio, na rua Bahia até sofrer nova denúncia de irregularidades.

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