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- Marília/SP

Postado em 24/07/2019 às 16:00

Paixão: aliada ou inimiga?

A paixão, aquele sentimento inicial de todo relacionamento amoroso, arrebatador e praticamente instintivo, nos leva, muitas vezes, a fazer loucuras. A paixão tem tempo para acabar e vira nossa vida do avesso. E aí, ela é aliada ou inimiga? 

Uma coisa é certa: quando nos apaixonamos, não vemos o objeto da paixão como ele realmente é, mas como nós o imaginamos. Isso significa que nos apaixonamos por uma idealização, por um sonho, por algumas expectativas. A paixão pode ser bastante benéfica, mas, por outro lado, viver o relacionamento com base nas nossas imagens e idealizações pode ser bem frustrante. É por isso que a paixão tem prazo de validade.

A paixão atua praticamente como uma espécie de droga no nosso organismo, liberando, de forma intensa e contínua, neurotransmissores que nos causam a sensação de euforia e prazer, por isso, quando apaixonados, tomamos decisões que fogem do habitual.

Acontece que, ninguém conseguiria viver dessa forma por muito tempo: os relacionamentos, mesmo que precisem da paixão para começar, também necessitam de calma e de sentimentos mais maduros para durarem no tempo. Por isso, com o passar dos meses, a paixão dá lugar ao amor ou à decepção. É que, com o tempo, as fantasias vão dando lugar à realidade.

Paixão é vida, estar apaixonados nos faz felizes, nos faz sentir mais leves e devemos, sim, ter inclusive mais paixões ao longo da vida – não apenas por pessoas, mas por conhecimento, lugares e atividades.

O que a gente não deve fazer é se deixar viver APENAS de paixão. O segredo é ter a consciência de que a paixão existe e faz parte, mas não é tudo. É preciso racionalizar um pouco as coisas, é preciso manter os pés no chão e os olhos abertos para enxergar a realidade. Sim, porque, quando a paixão acaba, sobra apenas a realidade.

Por: Camilla Couto (Orientadora Emocional com foco em Relacionamentos)

 

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