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- Marília/SP

Postado em 11/06/2019 às 15:30

Justiça nega liminar e Ricardo Raymundo é mantido afastado do cargo de prefeito de Tupã

  • O empresário Ricardo Raymundo tenta voltar ao cargo de prefeito de Tupã em ação judicial

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ_SP) negou pedido de liminar do ex-prefeito municipal de Tupça, Ricardo Raymundo. O empresário entrou com pedido judicial para cancelar a sessão extraordinária realizada pela Câmara Municipal em 28 de maio, que terminou na cassação de seu mandato. 

Logo após a cassação de Raymundo, o vice-prefeito Caio Aoqui foi convocado pelo Legislativo para assumir a função de prefeito de Tupã. Ex-vereador e ex-vereador mirim, Aoqui é o mais jovem político a ocupar o cargo de chefe do Executivo de Tupã. O novo prefeito adotou medidas que incluíram abertura do pronto-socorro e substituições de secretários municipais. 

O pedido negado de liminar consistiu na segunda derrota de Ricardo Raymundo na Justiça para tentar se manter no cargo. Antes, o ex-prefeito havia tentado impedir a realização da sessão que culminou no seu afastamento à frente do Executivo tupãense. 

A defesa de Ricardo Raymundo ingressou com mandado de segurança requerendo que a Justiça local concedesse medida liminar que determinasse a suspensão da tramitação dos trabalhos instaurados pela Comissão Processante. 

A ação foi julgada pelo juiz Guilherme Facchini Bocchi Azevedo, titular da 1ª Vara da Comarca de Tupã, que não aceitou as alegações apresentadas pelo então prefeito, que apontou cerceamento de defesa, além de ilegalidades no procedimento adotado pela Comissão Processante, formada pelos vereadores Amauri Mortágua (presidente), Charles dos Passos (relator) e Capitão Neves (membro). 

O prefeito cassado ingressou com agravo de instrumento junto ao TJ-SPpedindo efeito suspensivo contra a decisão da Câmara Municipal, novamente alegando suposta irregularidade da Comissão Processante. O pedido do prefeito foi negado.

Raymundo ainda pode recorrer da decisão judicial voltando a questior a cassação pela Câmara Municipal.

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