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Visão Notícias - Informações de Marília e região
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Informações de Marília e região

- Marília/SP

Postado em 04/06/2019 às 10:00

Dengue: Saúde reúne órgãos públicos e empresas para montar brigadas em Marília

  • Representantes de empresas e órgãos durante apresentação da proposta.

Iniciativa é do Grupo de Vigilância em Saúde e envolve setores estratégicos para o controle e notificação adequada de doenças

A batalha contra o Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças graves, na cidade de Marília terá nova arma, a partir de uma ação da Secretaria Municipal da Saúde. Cerca de 50 pessoas, representantes de instituições públicas e empresas, participaram de um encontro visando à formação de brigadas internas, para combate ao mosquito. 

As apresentações foram feitas pela enfermeira Luciana Caluz, supervisora do Cerest (Centro de Referência em Saúde do Trabalhador – Regional Marília), e pelos supervisores de Saúde Rafael Colombo e Adriana Dadalto, da Divisão de Zoonoses de Marília.

Luciana explica que a ação vai de encontro à legislação estadual (existe um decreto regulamentando as brigadas) e às discussões do Grupo de Vigilância em Saúde.

Algumas empresas e organizações já tem um grupo de trabalhadores que se reúne, periodicamente, para fazer uma varredura e evitar possíveis focos do Aedes. Mas, conforme orientação técnica que instrumentaliza o decreto que institui as brigadas, existe uma metodologia para fazer essa busca ativa, tornando a ação mais eficiente”, disse Luciana.

Rafael e Adriana focaram nas questões do controle do mosquito, tirando dúvidas dos participantes, por exemplo, sobre as indicações para o uso de inseticida e larvicida. “Não poder ser feito um uso indiscriminado desses produtos químicos. Mas há casos em que são indispensáveis”, disse o supervisor de Saúde.

ATUAÇÃO

As brigadas de combate ao Aedes devem ser formadas por, no mínimo, três trabalhadores da empresa. Recomenda-se a vistoria semanal, ou com periodicidade maior, de acordo com a área física do estabelecimento. Todos os criadouros que forem possíveis, devem ser removidos. Quando houver impossibilidade, devem ser tratados com larvicida.

Mais informações podem ser obtidas junto à Divisão de Zoonoses de Marília, pelo telefone 3401-2054.

 

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