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- Marília/SP

Postado em 13/05/2019 às 16:40

Tratamento do Esgoto: prefeito assina contrato para última etapa

  • Prefeito Daniel Alonso durante assinatura com contrato com a Caixa.

Investimento passa dos R$ 42 milhões e, depois do processo licitatório, serão cerca de 20 meses para a construção da nova bacia. Valor total será menos da metade do primeiro orçamento.

O prefeito de Marília Daniel Alonso assinou o contrato junto à Caixa Econômica Federal para a construção da ETE (Estação de Tratamento do Esgoto) da Bacia do Palmital, esta que será a última obra para que a cidade Marília tenha 100% dos rejeitos de esgoto tratados. O investimento passa dos R$ 42 milhões e, depois do processo licitatório, serão cerca de 20 meses para a construção da nova bacia.

Dos R$ 42 milhões em investimentos para construção dessa bacia pelo prefeito Daniel Alonso, cerca de R$ 19 milhões vem de recursos da união, através do Governo Federal, e R$ 23 milhões de recursos próprios da Prefeitura de Marília.

Lideranças durante a assinatura do contrato entre a Prefeitura e a Caixa.

A construção dessa bacia será mais um grande desafio da nossa gestão, como as outras, tivemos que lutar muito junto ao Governo Federal e Caixa e também desembolsar um bom valor de investimentos dos cofres da Prefeitura”, disse Daniel Alonso.

A bacia do Palmital será construída nas proximidades do distrito de Dirceu. Ela vai atender uma população de 109 mil pessoas das zonas Leste e Norte. A nova bacia vai receber por segundo cerca de 270 litros de esgoto.

Participaram do encontro, além do prefeito Daniel Alonso, o secretário da Fazenda Levi Gomes; o secretário da administração Cássio Luiz Pinto Junior; Rafael dos Santos Chacon, secretário adjunto de Planejamento Econômico; e representantes da Caixa Econômica Federal -  Guilherme Camargo Ferraz Costa, supervisor de Filial do Governo; Sérgio Amadeo, gerente de Filial; Carlos Alberto Traballi, gerente Geral da Agência Marília; e Vanderson Vieira Freddi, gerente Regional de Governo.

OBRA TOTAL

No total, para a construção da ETE das três bacias (Pombo, Barbosa e Palmital) serão investidos pelo Governo Daniel Alonso cerca de R$ 88 milhões, sendo R$ 46 milhões para as bacias do Pombo e Barbosa e R$ 42 milhões para a Palmital.

Atualmente, as construções das bacias do Pombo e Barbosa estão em ritmo acelerado e deverão ser concluídas no final de agosto de 2019. A bacia do Pombo vai receber 209 litros por segundo e atenderá uma população de 47 mil pessoas das zonas Oeste e Norte. Já a Bacia do Barbosa atenderá 85 mil pessoas do Centro e Zona Sul com 231 litros por segundo de esgoto.

RETOMADA DAS OBRAS

Prefeito Daniel Alonso acompanha o andamento das obras das duas primeiras estações de tratamento.

A conquista da retomada de obras das três bacias foi depois de um esforço do executivo mariliense desde o início da gestão em lutar junto à Caixa Econômica e o Governo Federal para não perder o convênio que já havia sido assinado e não cumprido por gestões anteriores.

Uma das ações recentes do prefeito Daniel Alonso foi um encontrou no ano passado com o atual Presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, que por alguns dias ficou à frente do comando da presidência do país e reforçou a continuação do convênio e importância da obra.

Nós não desistimos e levamos até o nosso ministro, na época presidente, a importância dessa obra para Marília. Hoje, em pleno século XXI o mariliense bebe água de reuso vinda do Rio do Peixe, água que recebe os rejeitos e isso nós não podemos aceitar”, disse Daniel Alonso, prefeito de Marília.

Todo o processo de resgate da construção da obra do esgoto de Marília teve a participação da Câmara Municipal através dos vereadores. “Todos os vereadores sabem da importância dessa obra, ou seja, todos os projetos que a envolvem, nós debatemos com muita responsabilidade e consciência”, disse o presidente da Câmara Marcos Santana Rezende.

OBRA RECONSTRUÍDA

A construção da famosa “obra do século” passou por diversas paralisações e denúncias de superfaturamentos nos governos anteriores e se arrasta desde 1994, ou seja, há 25 anos. Por conta dessas paralisações na obra durante esses anos, muitas construções já realizadas e materiais empregados se perderam com o tempo.

Só o prefeito Daniel Alonso já gastou desde o início do mandato mais de R$ 6 milhões para reconstruir a obra, valor esse que não é reposto pela Caixa Econômica, e precisa sair dos cofres da Prefeitura.

Muita coisa se perdeu nesse tempo, praticamente foi dinheiro público jogado fora. Nós estamos tendo a responsabilidade de refazer a obra do zero e não deixar nada estragar”, disse Daniel Alonso.

Um dos últimos orçamentos para a construção da ETE (Estação de Tratamento do Esgoto), realizada pelos governos anteriores em 2011, ficou em mais R$ 120 milhões, corrigidos para o atual momento da economia, o valor passa dos R$ 200 milhões. Hoje através de muita economia e negociações ela será concluída até o final de 2020 com menos de R$ 88 milhões, ou seja, 56% a menos do que o primeiro orçamento.

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