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Visão Notícias - Informações de Marília e região
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Informações de Marília e região

- Marília/SP

Postado em 15/03/2019 às 08:00

Tuberculose: Saúde faz campanha e “busca ativa” para identificar e tratar pessoas

  • O exame rápido, fácil de ser coletado e pode evitar muitas complicações.

Doença é grave e pode matar. Em 2018, Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde confirmou 66 casos e cinco mortes

Segue até o dia 25 de março, em toda a rede de saúde de Marília, campanha para identificar e oferecer tratamento a pessoas com tuberculose. Embora não esteja entre as doenças mais temidas, esta patologia é grave e pode matar.

Somente em 2018, a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde confirmou 66 casos. Cinco pessoas morreram na cidade. O diagnóstico pode começar com simples coleta de catarro, disponível nas unidades de saúde.

O acompanhamento dos números mostra que, infelizmente, o paciente é diagnosticado em unidades hospitalares após ter sido internado e não na atenção básica. Desinformação, resistência ou abandono do tratamento complicam ainda mais a situação.

A tosse persistente (há mais de três semanas) é um dos principais sintomas. Por isso, o Ministério da Saúde preconiza a realização da Campanha de Intensificação de Busca Ativa de Sintomáticos Respiratórios. Marília realiza a ação duas vezes por ano.

A enfermeira Alessandra Arrigoni Mosquini, supervisora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde, lembra que a tuberculose é provocada por um bacilo. Por isso, a principal forma de identificar a doença é a análise da secreção da via respiratória (o popular catarro).

É um exame rápido, fácil de ser coletado, com baixo custo para o sistema de saúde e que pode evitar muitas complicações. Basta procurar uma unidade do município. Se a doença for constatada, inicia-se um tratamento de seis meses, que não pode ser interrompido. Dessa forma, a cura é possível. Quanto mais cedo a doença for constatada, melhor”, alerta Alessandra.

Médicos, profissionais de enfermagem, agentes comunitários de saúde e acadêmicos de graduação e pós-graduação, que atuam em estágios e residência multidisciplinar, estão sendo estimulados a desenvolver buscas ativas.

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