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- Marília/SP

Postado em 10/02/2019 às 11:00

Conselho Municipal da Promoção da Igualdade Racial elege nova diretoria

  • Integrantes do Conselho durante Fórum Municipal de Promoção da Igualdade Racial

O Conselho Municipal da Promoção da Igualdade Racial (CMPIR) realizou durante a semana, na sede da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, a sua primeira reunião, que teve como objetivo principal a eleição da diretoria.

Foram eleitos os seguintes membros: presidente - Sugar Ray Robson Gomes, Coronel da Polícia Militar, Cientista Social e Apresentador de TV; vice-presidente - Marilis Custódio de Lima Machado, professora aposentada de Língua Portuguesa; secretário - Guilherme Ayres Primo, formado em Comunicação, Publicidade e Propaganda; e vice-secretária - Atalita Martins da Silva Pereira, formada em Administração e atual Assessora de Direitos Humanos da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social.

A diretoria do Conselho da Igualdade Racial de Marília.

A luta pela igualdade de direitos da população negra, cigana, indígenas e outros segmentos religiosos ganhou um novo aliado na conquista de políticas públicas efetivas.

O CMPIR é constituído por 16 membros titulares e igual número de suplentes, sendo 6 (seis) representantes do Poder Público Municipal, 2 (dois) representantes do Poder Público Estadual e 8 (oito) representantes da sociedade civil. O mandato dos conselheiros é por dois anos, permitida a recondução, nomeados pelo Prefeito Municipal.

Para a assessora de Direitos Humanos, Atalita Martins da Silva Pereira, os conselheiros têm um papel fundamental na criação de ações de políticas públicas.

"O conselho propõe a criação de políticas públicas para a população negra, cigana, indígena e outros segmentos étnicos, advindo de um debate que vem não só dos representantes do poder Executivo, mas daqueles que vivem cotidianamente em condições de opressão. Deve ser um órgão de assessoramento, proposição, elaboração e fiscalização, além de atuar como um espaço de denúncias dessas opressões. Ter a sociedade civil e o poder público juntos, elaborando políticas públicas, é o que pode dar respostas para sobressaltar a realidade cruel vivida pela população negra", afirmou a vice-secretária do órgão.

 

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