O protesto dos caminhoneiros, que vem ocorrendo em todo o país, também está ocorrendo na região. Hoje, foram registrados movimentos de paralisação na SP-294 próximos a Tupã e Osvaldo Cruz. Por enquanto em Marília não há informações de que a categoria estaria se mobilizando. Já na SP-270 (rodovia Raposo Tavares), os caminhoneiros estão parados às margens da rodovia, no sentido Ourinhos - Assis, desde às 7h, mas não há bloqueio da pista.
A mobilização nacional dos caminheiros foi desencadeada nesta segunda-feira (21) em protesto contra o aumento do diesel. Foi anunciado que, a partir da terça-feira (22), o combustível terá uma alta de 0,97% no preço nas refinarias.
Caminhoneiros colocaram fogo em pneus e fecharam rodovia por 15 minutos.
Os protestos de caminhoneiros contra o aumento do preço dos combustíveis já resultaram em interdições de rodovias federais em pelo menos 13 estados. Minas Gerais e Bahia são as unidades da federação com maior número de registros.
PROTESTOS NA REGIÃO
O primeiro protesto na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros ocorreu em Osvaldo Cruz, na altura do km 574, nos dois sentidos. Os caminhoneiros atearam fogo em pneus e impediram o trânsito.
No começo desta tarde, o segundo protesto na SP-294 foi no km 525, em Tupã, próximo a base da Polícia Rodoviária Estadual. Cerca de 20 caminhoneiros (segundo a PRE) atearam fogo em pneus e interromperam o tráfego de caminhões pesados por cerca de 15 minutos.
Paralisação na SP-294, em Osvaldo Cruz
A pista nos dois sentidos já foi liberada, mas os manifestantes permanecem no local tentando sensibilizar outros colegas a aderir ao movimento. Não foram registrados incidentes.
REAJUSTES - Segundo a Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel nas bombas já acumula alta de 8% no ano. O valor está acima da inflação acumulada no ano, de 0,92%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Adesão de caminhoneiros na SP-294, em Tupã está aumentando.
Na semana passada, foram cinco reajustes diários seguidos. A escalada ocorre em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo. A Petrobras diz que as revisões podem ou não refletir para o consumidor final – isso depende dos postos.
Veja imagens da paralisação, na narração dos próprios caminhoneiros:
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