Polícia apura caso de abuso sexual de criança de 1 ano em berçário municipal em Marília

Caso foi registrado na Central de Polícia Judiciária como "estupro de vulnerável". É o segundo caso envolvendo crianças nos últimos dias na cidade.
Compartilhe:




A Delegacia de Defesa da Mulher, em Marília, está apurando mais um caso de possível abuso sexual contra criança na cidade. Desta vez, a vítima tem apenas um ano e três meses e há suspeita de que o crime teria ocorrido num berçário municipal localizado na zona norte. A vítima ainda passará por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). A outra criança molestada em Marília tem 7 anos e o avô é o suspeito de praticar o crime.

De acordo com o que a polícia apurou até agora, a mãe da vítima informou que percebeu algo estranho logo após a criança chegar do transporte escolar.

Ao trocar a fralda, percebeu que havia uma irritação no orgão genital. Como a criança não se espressa, procurou de imediato a UPA da zona Norte, tendo sido transferida para o Hospital Materno Infantil (HMI).

No HMI, a pediatra fez alguns exames e, mesmo sem mencionar nada, orientou a mãe para que registrasse ocorrência na Central de Polícia Judiciária para apurar os fatos.

Ela não suspeita de ninguém e apenas lembrou de um detalhe que fará parte das investigações: nesta semana a criança mudou de turma no referido berçário.

O portal Visão Notícias encaminhou demanda à assessoria de Imprensa da Prefeitura pedindo informações sobre as providências que serão tomadas. O caso será apurado pela Secretaria Municipal da Educação.

SEGUNDO CASO - Outro caso de estupro contra criança em Marília também está sendo apurado pela Delegacia de Defesa da Mulher. Desta vez, a vítima é uma menina de sete anos, sendo que o avô dela, de 57 anos, é o principal suspeito.

O caso foi descoberto pela assistente social do projeto onde a criança é atendida, ao constatar sangue nas fezes e dores ao urinar. Ela foi levada ao Hospital Materno-Infantil e, em conversa com integrantes do Conselho Tutetar, disse que o avô sempre praticava atos libidinosos. A vítima mora com os avós, já que os pais perderam a guarda.







Receba nossas notícias no seu celular: Clique Aqui.
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288


Desenvolvido por StrikeOn.