PM e Polícia Civil destacam pesquisa que aponta Marilia como cidade com menos homicídios

"Boas práticas de gestão na área da segurança pública", afirma comando da PM. Civil destaca trabalho de delegacias especializadas e DPs.
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A pesquisa do instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e que mostra marília na 14º posição entre os municípios menos violentos do país (em relação a quantidade de homicídios), foi bastante comemorada pelas Polícias Civil e Militar, ouvidas nesta tarde pela reportagem do portal Visão Notícias.

Polícias Civil e Militar: combate à violência.

Para a PM, é mais um resultado "das boas práticas de gestão na área da segurança pública", enquanto que a Delegacia Seccional destacou o trabalho das unidades especializadas (DIG e DISE), bem como dos Distritos Policiais.

Entre os 30 mais pacíficos, 24 são municípios da região Sudeste. Marília aparece à frente de Bauru (na 19ª colocação), mas perde para outras cidades da região: Jaú, na quarta colocação; Botucatu na sexta; e Presidente Prudente, na 11ª colocação. O Atlas da Violência 2017 refere-se às mortes violentas ocorridas no ano de 2015. Para acessar a pesquisa completa, clique AQUI.

Veja também:

Marília é a 14ª cidade menos violenta do país

REPERCUSSÃO - Para o delegado seccional Tupã, Luiz Antônio Hauy (está respondendo pela região de Marília), a pesquisa "mostra a competência dos policiais da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), da DISE (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) e também dos Distritos Policiais".

Ele explica que quando a DIG esclarece um crime, prendendo o acusado, isso ajuda a inibir novas ações criminosas. E no caso da DISE, tirar de circulação traficantes também ajuda a reduzir a criminalidade. "Infelizmente muitos usuários não têm condições financeiras para sustentar o vício e isso acaba levando a praticar furtos, assaltos ou até pior: matar para roubar", observou o delegado.

CONQUISTA IMPORTANTE - O setor de Relações Públicas (P-5), do 9º Batalhão da Polícia Militar, enviou nota ao Visão Notícias destacando a importância dessa pesquisa. Acompanhe a nota:

"Adotando boas práticas de gestão na área da segurança pública, consoante ao entendimento das relações de interdependência entre os diversos componentes da intrincada malha da Segurança Pública, sem perder de foco a premissa de que é o ser humano – em sua percepção holística - seu principal insumo (quer se comporte como cliente, sociedade ou força de trabalho), internalizou-se o controle criminal com base nas ferramentas de inteligência, pautando a distribuição adequada dos recursos públicos no território sempre tendo por base o policiamento inteligente, garantindo-o dentro do fundamento da macroeconomia de que recursos são escassos e, justamente por isto, há-se a necessidade em os manter concentrados em mercado-alvo específico.

Agradeça-se a colaboração das demais autoridades locais que participam da gestão pública que, de forma direta ou indireta, sempre se comportam como fiéis parceiras neste incessante trabalho. Obviamente e em especial à tropa, ciente da responsabilidade de fazer valer as peculiares missões da Polícia Militar paulista: proteger as pessoas, fazer cumprir as leis, combater o crime e preservar a ordem pública".

VÍDEO - O Coordenador do Atlas da Violência detalha a evolução dos homicídios, Daniel Cerqueira, comentou o resultado da pesquisa:







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